As aulas

Para escrever uma saborosa e decisiva redação de vestibular, basta ler Machado, Eça ou qualquer gigante da literatura luso-brasileira, gratinar no jornal, temperar com boa poesia da terra, deixar na caldeira fervendo e servir em duas porções de dissertação toda semana.

Mas a receita acima é para quem gosta de fazer tudo em forno à lenha. Foi o que eu fiz? Foi. Mas o vestibular está logo aí e talvez você esteja procurando algo mais microondas.

Então vamos às aulas. 

ESTRUTURA GERAL DA AULA
Em primeiro lugar, peço que o aluno reserve, além do tempo para a aula, pelo menos uma hora por semana para exercitar o que foi aprendido. Sempre darei um tema novo que deverá ser desenvolvido fora de aula para o próximo encontro.

A aula então será dividida em 4 partes:

• Comentários sobre a redação do aluno (15 min)
• Apresentação de conteúdo didático do dia (30 min)
• Proposta de tema para próxima redação (5 min)
• Espaço para dúvidas (10 min)

O PREPARO MINUCIOSO DE CADA AULA
Entre um encontro e outro farei a análise da redação em níveis estruturais, linguísticos e estilísticos. Essa análise vai apontar o que devo abordar na próxima aula, ou seja, os comentários, o conteúdo didático do dia e a proposta para exercitar o que foi estudado. Afinal, se por exemplo um estudante tem problemas de bloqueio, isso deve ser mais trabalhado nele do que naquele que tem facilidade em escrever mas dificuldade em administrar o tempo da escrita; se a garota exagera nos adjetivos porém fala mais ou menos certinha, o exercício a ser dado é totalmente oposto à da sua amiga que acerta nas palavras mas começa pelo fim e termina pelo meio.

MATERIAL EXTRA
Também trarei diversos materiais que fui coletando ao longo de meu aprendizado e experiência profissional. Portanto, além do próprio exercíco do aluno poderei usar, conforme se adequar à necessidade da aula, estimuladores tais como:

• banco de frases e bons anúncios de propaganda;
• dicas em todos os níveis sobre a arte de dissertar;
• indicações de textos, poetas, escritores, notícias de jornal, filmes;
• apostila de autoria própria, e muito mais.

O aprendizado na escrita e em todas as outras formas de comunicação não deve seguir amarelinhas cheias de regras. A única coisa que mantenho como fixa, por razões de organização e apoio, é minha apostila, pois os princípios nela contidos abarcam a maioria das dificuldades do dissertar.

APOSTILA DE DISSERTAÇÃO
Ela é um material próprio, ou seja, construída a partir de meus próprios estudos, e portanto é bem flexível na hora de apresentar os fundamentos da redação — especialmente os da dissertação para vestibular. São exemplos explicativos, comparações, exercícios e, é claro, dicas de primeira mão de múltiplas fontes para destravar a sua escrita.

Ao todo são cinco capítulos modulares que serão utilizados conforme certas carências forem identificadas. Dois deles são dedicados ao estudo da Estrutura e Planejamento do Texto; um para seu Conteúdo (coerência, progressão etc.); outro para Ordenação de Ideias (coesão) e, por fim, um para sua Clareza.

Ufa! É tudo o que tenho a dizer por enquanto. Agora só lhe resta o meu contato. Escreva-me ou ligue quando puder.